O governo de São Paulo prevê a aceleração rápida no ritmo de vacinação nas próximas três semanas. “Ainda não começamos a usar toda a estrutura de postos de saúde do SUS. Estamos indo nos hospitais, o que explica o ritmo mais lento”, diz João Gabbardo, secretário-executivo do comitê de combate à Covid.
O gargalo, obviamente, é a quantidade de doses. “Se o Ministério da Saúde não tiver outras alternativas, além de Butantan e AstraZeneca, vai ser pouco para a necessidade”, diz Gabbardo.
A chegada de vacinas como Sputnik e a da Covax podem amenizar o quadro, mas a avaliação é que será inevitável ceder às exigências da Pfizer.
